Alguém
certa vez perguntou a um executivo: Você toma boas decisões, qual é o seu
segredo? Ele respondeu: "Primeiro, eu decido se eu tiver uma escolha, se
não, eu não perco meu tempo decidindo”. Isso nos faz pensar que não precisamos
ficar remoendo algo que não pode ser mudado. Quando realmente se tem uma tomada
de decisão difícil na liderança, se pode confiar em perguntas úteis que
gostaria de provocar para sua reflexão. Talvez, os três segredos na Tomada de Decisão.
A
primeira delas é: Quais são as opções? Assim, como um médico com larga
expêriencia em diagnosticar a maioria dos sintomas, devemos nos especializar em
ver o que não é óbvio... Da mesma forma, aqueles que conhecem a maioria das
opções por ver o que não é óbvio podem tomar a melhor decisão. Conta-se que Robert
McNamara, ex-presidente da Ford Motor Company, perguntou certa vez um executivo
que lhe trouxe uma decisão: O que fez você decidir por não fazer? Ele queria
saber se o executivo tinha pensado em mais de uma possibilidade. O segredo no desenvolvimento
das opções está em considerar ideias desde o início. Se esperarmos até o último
minuto para considerar as opções, poderemos não ter tempo para decidir. Para
tanto, aumentando as opções aumentarão nossa chance de acerto.
A
Segunda pergunda é: A decisão é mutuamente benéfica?
O
dono da terceira maior empresa de vestuário do mundo, que adquiriu várias empresas
construiu uma grande corporação, disse certa vez: "Não se conduz uma dificil
negociação para que a outra pessoa se torne um perdedor". Isso cria uma fenda
no relacionamento e gera retaliação. Roger Hull, que foi presidente da Mutual
de Nova York, disse certa vez: "Eu vivi tempo suficiente para que as
pessoas as quais eu demiti voltassem para me agradecer pela sua rescisão...”. A
Universidade de Harvard encomendou um estudo com CEOs que tinham mais de trinta
anos de sucesso. Um traço comum entre eles: o Altruísmo. Essa atitude faz com
que as decisões sejam mutuamente benéficas e acertivas.
Por
último perguntar: Qual é o risco? Todo risco deve ser calculado. Este princípio
de cálculo dos riscos é visto no versículo bíblico: "Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua
alma? Outro verso pode ser: “O que dará o homem em recompensa da sua alma”?". Afinal, os benefícios do ganho temporário seriam
compensados pela perda permanente? Para avaliar com precisão o risco, devemos
saber quando é o Bastante... Certa vez um homem de 27 anos que tinha um
patrimônio no valor de 3,5 milhões de dólares passou para um negócio que
prometia converter seu patrimônio líquido em 25 milhões. Ele pediu um conselho
sobre a negociação a um especialista em decisões de risco. O consultor disse: "O
que 25 milhões de dólares pode fazer para sua família que 3,5 milhões dólares
não pode? É muito arriscado... Você estará colocando em risco a sua esposa e a
segurança das crianças. ".
Ele apostou e perdeu. Lutando contra a falência,
ele e sua esposa ficaram carregados em dívidas durante os anos que deveriam ter
desfrutado dos seus filhos ainda pequenos.
O dinheiro não é a única coisa que é preciso
dizer o "Basta". Que tal prestígio, ambição, orgulho, poder?
Tem uma decisão a tomar? Decida!
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