quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Três Segredos na Decisão



Alguém certa vez perguntou a um executivo: Você toma boas decisões, qual é o seu segredo? Ele respondeu: "Primeiro, eu decido se eu tiver uma escolha, se não, eu não perco meu tempo decidindo”. Isso nos faz pensar que não precisamos ficar remoendo algo que não pode ser mudado. Quando realmente se tem uma tomada de decisão difícil na liderança, se pode confiar em perguntas úteis que gostaria de provocar para sua reflexão. Talvez, os três segredos na Tomada de Decisão.

A primeira delas é: Quais são as opções? Assim, como um médico com larga expêriencia em diagnosticar a maioria dos sintomas, devemos nos especializar em ver o que não é óbvio... Da mesma forma, aqueles que conhecem a maioria das opções por ver o que não é óbvio podem tomar a melhor decisão. Conta-se que Robert McNamara, ex-presidente da Ford Motor Company, perguntou certa vez um executivo que lhe trouxe uma decisão: O que fez você decidir por não fazer? Ele queria saber se o executivo tinha pensado em mais de uma possibilidade. O segredo no desenvolvimento das opções está em considerar ideias desde o início. Se esperarmos até o último minuto para considerar as opções, poderemos não ter tempo para decidir. Para tanto, aumentando as opções aumentarão nossa chance de acerto.

A Segunda pergunda é: A decisão é mutuamente benéfica?

O dono da terceira maior empresa de vestuário do mundo, que adquiriu várias empresas construiu uma grande corporação, disse certa vez: "Não se conduz uma dificil negociação para que a outra pessoa se torne um perdedor". Isso cria uma fenda no relacionamento e gera retaliação. Roger Hull, que foi presidente da Mutual de Nova York, disse certa vez: "Eu vivi tempo suficiente para que as pessoas as quais eu demiti voltassem para me agradecer pela sua rescisão...”. A Universidade de Harvard encomendou um estudo com CEOs que tinham mais de trinta anos de sucesso. Um traço comum entre eles: o Altruísmo. Essa atitude faz com que as decisões sejam mutuamente benéficas e acertivas.

Por último perguntar: Qual é o risco? Todo risco deve ser calculado. Este princípio de cálculo dos riscos é visto no versículo bíblico: "Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Outro verso pode ser: “O que dará o homem em recompensa da sua alma”?". Afinal, os benefícios do ganho temporário seriam compensados ​​pela perda permanente? Para avaliar com precisão o risco, devemos saber quando é o Bastante... Certa vez um homem de 27 anos que tinha um patrimônio no valor de 3,5 milhões de dólares passou para um negócio que prometia converter seu patrimônio líquido em 25 milhões. Ele pediu um conselho sobre a negociação a um especialista em decisões de risco. O consultor disse: "O que 25 milhões de dólares pode fazer para sua família que 3,5 milhões dólares não pode? É muito arriscado... Você estará colocando em risco a sua esposa e a segurança das crianças. ".

Ele apostou e perdeu. Lutando contra a falência, ele e sua esposa ficaram carregados em dívidas durante os anos que deveriam ter desfrutado dos seus filhos ainda pequenos.

O dinheiro não é a única coisa que é preciso dizer o "Basta". Que tal prestígio, ambição, orgulho, poder?

Tem uma decisão a tomar? Decida!