sexta-feira, 2 de abril de 2010

Páscoa – a maior motivação da história


Estava claro que Jesus tinha um plano estabelecido, e esse visava pôr em ordem o nosso mundo interior, nos ensinar como encarar o conflito da condição humana de maneira inovadora. Ele estava determinado para comunicá-lo e executá-lo e para isso se preparou. Ele tinha ciência das dificuldades e do “peso da cruz”, assim buscou preparo adequado, com tempo, com a atenção necessária, tanto que, quando começa sua vida pública aos trinta anos passa a ser chamado de Rabbi, como era costume judeu da época, que significa o “Mestre” vindo de Deus (Jo 3:2).

Alguns historiadores afirmam que Jesus falava pelo menos cinco línguas: galilaico, hebraico, grego, latim e aramaico. Cultural e vernaculamente comunicava bem o propósito do seu projeto, alcançando a todos. Afinal, em tudo se deve a preparação adequada, pois os ganhos futuros dependem do que está além do potencial. Não se pode ficar apenas no potencial.

Estabeleceu métodos de ensino privado e coletivo, e através de seu próprio testemunho capacitou-os com freqüência e disciplina na transmissão de informações, desenvolvimento de habilidades, desenvolvimento de atitudes e desenvolvimento de conceitos. Ensinos complexos que se tornavam histórias de fácil entendimento, e como um grande incentivador da reflexão e da elevação do nível de consciência dos seus seguidores, Jesus não era apenas um “motivador”, era um conscientizador.

A Páscoa é a mensagem da renovação. De que tudo pode ser renovado a qualquer estágio da existência humana. E o plano Pascal de Cristo trás a maior de todas as motivações: A Vida vivida com Vida. O jovem Galileu sempre deixou claro que estaria com seus discípulos por um breve tempo, mesmo assim, manteve seu projeto sempre motivado. Na última ceia com seus discípulos, disse: “Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; fazei isto todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Pois todas as vezes que comerdes este pão, e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.” (I Co11:25-26).

A continuidade da motivação sempre será limitadora de projetos, seja na vida, seja na empresa e nas relações. A maior motivação de continuidade de Cristo foi a celebração de sua ausência até que ele volte. Ao celebrar a "Nova Páscoa” - a Páscoa de Cristo entre seus colaboradores, Ele estabelece uma aliança pessoal. Nela continuariam celebrando a partilha de Seus propósitos até que Ele voltasse para celebrar novamente com eles. Enquanto isso lhes comissionou a uma missão transformadora.

Dois mil anos se passaram e os cristãos continuam motivados pela celebração da Ceia do Cristo, que representa um emblema de seu Projeto e Presença. Que motivação fantástica!

Aquele Galileu de Nazaré tinha uma Meta, um Tempo estabelecido para alcançá-la, Recursos definidos e nada o impediu de cumprir o que veio Realizar. Nada o fez mudar de Direção, pois sabia exatamente o que precisava ser feito para alcançar seu Objetivo.

Quer fazer um Planejamento Estratégico em sua vida, ou em sua empresa?

Conheça a Espiritualidade deste a quem chamam de “Nazareno”, e atende pelo nome de Emanuel. Eu o chamo de Senhor Jesus, o Cristo.

Feliz Páscoa!