sexta-feira, 30 de abril de 2010

Dominadores espaciais...

Quem não se lembra dos seriados espaciais? Buck Rogers, Jornada nas Estrelas, Galáctica, Perdidos no Espaço, e outros foram responsáveis pela semeadura no imaginário humano de um futuro longe da terra. Nos tempos da “guerra fria” a corrida espacial entre americanos e soviéticos alimentava a idéia de que numa terra destruída por bombas atômicas, o futuro era a conquista do espaço.

Ainda me lembro das palavras de abertura dos episódios da série Jornada nas Estrelas (Star Trek): “O espaço, a fronteira final... Essas são as viagens da nave estelar Enterprise, em sua missão de cinco anos, para explorar novos mundos, buscar novas formas de vida, novas civilizações. Audaciosamente indo, onde nenhum homem jamais esteve”... Era a fala que retratava grande dominador; o homem.

O tempo passou, o planeta Terra não foi destruído, e em pleno século XXI o ser humano percebeu que não vai há lugar nenhum nas próximas décadas. Não se fala mais em conquistar planetas ou morar em naves espaciais. Mesmo assim, se nutre o desejo de conhecer e dominar vidas extraterrestres...

Mesmo o desconhecido, milhares de galáxias, sóis e planetas apresentando a dimensão de nossa pequenez, permanecemos com a nossa capacidade de dominar e destruir o outro e a nos mesmos.

Hoje, percebe-se que é mais importante cuidar do lugar onde se mora, pois o imaginário espacial não é tão amplo para abrigar a todos os dominadores. O desafio agora é pensar se no futuro existirá um planeta possível para as próximas gerações.

Contudo, recentemente o renomado físico britânico Stephen Hawking sugeriu que os seres humanos devem evitar fazer contato com seres extraterrestres. Disse Hawking: “"Se os alienígenas nos visitassem, as conseqüências seriam semelhantes às (que aconteceram) quando um Colombo desembarcou na América, algo que não acabou bem para os nativos. “Nós só temos que olhar para nós mesmos para ver como vida inteligente pode evoluir para alguma coisa que não gostaríamos de encontrar...”.

Bem, passaríamos de dominadores para os dominados da história? A verdade é que há muita chance de os extraterrestres não encontrarem vida humana neste planeta, se continuarmos a “dominá-lo.

Continuando assim conseguiremos; tudo vai para o espaço mesmo...

Quanto de galego você tem?

Quanto de Galego você tem? Os "celtiberos" são os pais da musica celta popular brasileira. Acompanhe um pouco da pesquisa do músico galego Carlos Nuñez. Aliás,o melhor gaitista do mundo.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

A capacidade de ver o “espírito das coisas”










A reflexão sobre a espiritualidade remonta aos tempos gregos dos grandes pensadores. A palavra grega pneuma refere-se ao Espírito, ou seja o “sopro” da vida, que foi empregada como uma metáfora para descrever o que está relacionado com o sobrenatural e ao imaginário, na perspectiva mitológica grega.

Essa analogia mostrava o “ar interno” como a fonte de toda a inspiração e pensamento, o princípio que dá sentido a todas as coisas. Desta mesma forma a Alma, como psyche, guardaria os sentimentos que estão presentes no corpo (físico, material) ao qual chamavam de Soma.

Segundo Rudolf Steiner, em seu tratado de antroposofia “A Ciência Oculta”, no ano de 869 a Igreja Católica no Concílio de Constantinopla estabeleceu o dogma de que todo ser humano é formado apenas de “Corpo” e “Alma”, tendo assim, eliminado o “Espírito” de sua constituição. Estabeleceu-se ainda que a Alma tinha algumas “características espirituais”. Segundo Steiner, esse foi um dos motivos da cisão da Igreja Ortodoxa em 1050, que continuou a encarar o ser humano como “tri-membrado”.

Por esse motivo, estando ausente do vocabulário oficial da Igreja Católica, que até a alguns séculos atrás ditava no ocidente os costumes e conceitos ligados à espiritualidade, a palavra “espírito” passou a ter múltiplas conotações.

Já na filosofia moderna, Descartes tratava do “espírito” como sendo o eu em si, que se opõe a corpo e matéria, uma vez que é indivisível e totalizante. Foi com Hegel que se passou a considerar a essência do “espírito” como liberdade, que se concretiza nas ações do homem, na família, na sociedade, no estado. O que se vê com isso tudo é que a noção de espiritualidade está ligada a um elemento comum que povoa a vida e o imaginário. A espiritualidade, de um modo geral, é essencialmente uma realidade presente no ser humano. A consciência existe e nos dá identidade, e é a espiritualidade que nos faz ter a capacidade de ver “o espírito das coisas”...

Assim, podemos afirmar que a questão da espiritualidade não é meramente religiosa. Ela está relacionada à subjetividade e à interioridade do ser humano. Sua vivência trata-se de uma reeducação de si, um desenvolvimento, um amadurecimento que nos leva à comunhão conosco mesmo, com o próximo, com a natureza, e com Deus. É neste desenvolvimento, nesta reeducação para com a vida, que a pessoa se abre para a construção de um novo sentido para as situações vividas, seu propósito existencial e sua resposta a significância pessoal.

A espiritualidade cristã se difere, diante de tantos conceitos sobre espiritualidade, pelo simples fato de que no seu eixo está a figura de um Deus Encarnado, alguém que mistura com a condição humana. Muito antes de a Igreja existir, o Cristo já resumia a ação do Pneuma em nossas ralações vividas em com amor.

Curiosamente, Jesus fala sobre de que maneira devemos nos reeducar espiritualmente, em simples palavras: “Amarás o Senhor teu Deus com toda alma, teu corpo e teu espírito. E semelhantemente, amarás o teu próximo (incluindo neste conceito o meio ambiente) como a ti mesmo. Desses dois mandamentos depende tudo”...

Que você tem feito com a reeducação de sua espiritualidade? Cuidado nas relações... Amadureça sua espiritualidade!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Qual o seu propósito de vida?


A espiritualidade é o canal, meio de diálogo e comunhão entre a mente racional e o centro de todo o ser, e, por essa razão, é importante que esse canal não esteja rompido e fragmentado. Para tanto, o passo a ser dado é adotar a busca do desenvolvimento daquilo que chamamos de Inteligência Espiritual (QS - Spiritual Quocient).

Em busca de Significância (Propósito de vida), Transcendência e Comunhão o ser humano da pós-modernidade reage a modernidade desenfreadamente. Porém, a própria situação civilizacional promove nessas buscas muitas contradições. Ao mesmo tempo que se gera a capacidade globalizante de romper fronteiras e preconceitos, tornando-a mais inclusiva, cria-se outras fronteiras e preconceitos, tornando-a extremamente exclusiva e violenta.

O ser humano tem se excluído de si mesmo, tornando-se imaturo espiritualmente. Leve-se em consideração que quando falamos de Espiritualidade não estamos falando de Religião. Afinal não são sinônimos. A Igreja Católica no Concílio de Constantinopla estabeleceu o dogma de que o ser humano é formado apenas de 'corpo' e 'alma', tendo-se eliminado o 'espírito' de sua constituição. Estabeleceu-se ainda que a alma tinha algumas 'características espirituais'.

Por esse motivo, estando ausente do vocabulário oficial da Igreja Católica, que até há alguns séculos ditava no ocidente os costumes e conceitos ligados à espiritualidade, a palavra 'espírito' passou a ter múltiplas conotações.

Hoje entendendo da Espiritualidade como a principal das “múltiplas inteligências” humanas, o desenvolvimento do QS, passa pelo resgate da contemplação, no propósito de rejuntar, reunir esta fragmentação humana. Aquilo que chamo de avaliação contemplativa. A contemplação é uma espécie de visão espiritual a que, pela sua própria natureza, tanto a razão como a fé aspiram. É um exercício de busca pelo conhecimento demasiadamente penetrante para poder ser apreendido em imagens, palavras, ou mesmo conceitos claros. Pode ser sugerida por palavras, por símbolos, mas, no momento em que procura indicar o que conhece, “o espírito contemplativo retira o que disse e nega o que já se afirmou”.

Entretanto, diante da conscientização constante das realidades interiores e exteriores, faz-se necessário alimentar desejos de mudança, com base na reorganização e integralização (ser centrado) espiritual. Esse é outro passo fundamental para enfrentar os conflitos pessoais, já que o enfrentamento das mazelas interiores requer coragem, humildade e liberdade.

Surge então a auto-superação, onde o objetivo é a reconstrução da saúde nas relações com o sagrado, com o semelhante e consigo mesmo. Como mesmo resume a espiritualidade cristã diante da lei mosaica em comissionar o ser humano a Amar ao Criador, Amar ao próximo (o semelhante e o meio ambiente) e amar a si, conforme esta escrito no livro de Mateus 22 versos 37 e 39.

Assim sendo, busca-se uma oportunidade de ser capaz de responder sobre o que o ser humano faz de sua vida. A capacidade de declarar a missão pessoal é desenvolvida pela consciência em si, de que missão é um ato de acolhimento, e o reconhecimento de que, passando pela vida a pessoa tem consciência do papel significativo que ela deve desempenhar no mundo. A grandeza desta descoberta é um divisor de águas do que se produz, mas também a libertação de uma inteligência que fala e atua através da pessoa.

Seja você um ser inteligente espiritualmente! Posso ajudar você, mas a resposta da pergunta é sua responsabilidade...

domingo, 11 de abril de 2010

O quase tudo...

Alguém me disse certa vez: Fábio, o dinheiro não é tudo, mas é quase tudo! Bem, o dinheiro é sempre objeto de discussões no que tange a sua importância na vida humana. O dinheiro é aquilo que para muitos traz felicidade, para outros tribulação, para alguns conforto e poder, para outros guerra e divisão. Muitos o adoram ante aos que o desprezam, mas todos concordam que dependem dele... Há, entretanto, uma verdade inquestionável para a realidade atual. A certeza de que ninguém vive sem dinheiro, porém, ele não compra tudo...

A palavra dinheiro vem do latim denarius, moeda de prata que valia dez asses, uma tradicional moeda de cobre. Por ser a moeda mais utilizada em Roma, tanto no Império quanto na República, o nome adquiriu valor genérico e passou a designar qualquer espécie de meio circulante. Do italiano vem o termo denaro que chegou até o árabe, que, em contato com os povos da Península Ibérica, importou a forma dinar. No fim da Idade Média, Portugal e Espanha chegaram a cunhar dinheiros de prata, e é por isso que nas traduções mais antigas do Novo Testamento para nosso idioma, Judas não vende Jesus por trinta moedas de prata, mas por "trinta dinheiros".

Porque será que existem pessoas que têm muito dinheiro e não são felizes, realizadas, amadas, fraternas? A pergunta então seria: Dinheiro é essencial?

Seguindo uma reflexão sobre o que é essencial para os seres humanos, podemos afirmar que existem coisas na vida que são essenciais e outras que são fundamentais. Trazer sentido para esta afirmação pode ser um caminho para trazer sentido para vida. Segundo o pensamento de Mario Cesar Cortella, o essencial é aquilo que não se pode viver sem, não se pode arrancar da vida humana, não se pode faltar imperativamente na essência de sua vida. O que não pode não existir. A amizade, lealdade, amor, sexualidade, fraternidade, liberdade são essenciais para a vida humana…

Já por outro lado, existem as coisas que são fundamentais, e essas são aquelas de dão “base”, dão “fundamento”, alicerçam para chegar ao essencial. São os degraus a subir, os sonhos a realizar, os desafios a vencer, os obstáculos a transpor, as oportunidades que não se pode deixar escapar. Não tê-los é dificultar muito as coisas. Mas tê-los, em si, não é o suficiente.

A carreira, por exemplo, é fundamental. Porém, de nada adiantaria chegar ao topo se não se consegue a amizade, a fraternidade, o amor… O fundamental é apenas a escada para chegar ao essencial. Dinheiro, por exemplo, não é essencial. É fundamental.

O problema é a forma como se localiza o dinheiro na vida. Muitas pessoas estão confundindo o lugar das coisas. Elas colocam as coisas fundamentais no lugar das essenciais e as essenciais no lugar das fundamentais. A complicação começa quando estamos desorganizando a locação do que é essencial e fundamental para a vida. Todas as vezes que o fundamental é mais requisitado, valorizado e abraçado do que o essencial, a vida começa a ruir...

A reorganização necessária do lugar das coisas essenciais e fundamentais torna a nossa vida mais simples. A simplicidade nos leva a saborear o essencial de uma forma singular. Podem-se buscar formas mais simples de ter prazer, coisas que não envolvem dinheiro, mas relações. Tudo aquilo que faz com que a vida, apesar de curta, não seja pequena e sim relevante!

O dinheiro é tudo ou quase tudo para quem é quase organizado...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Ser mais Reino que “clube”...

Vivemos em um tempo marcado por um descrédito nas instituições religiosas e uma valorização da diversidade e de alternativas místicas. De fato, existe uma necessidade de reflexão sumária, que ainda perde terreno para os enrugamentos das intocáveis tradições...

Como diz Cortella: “Não há lugares marcados no futuro, a menos para quem se prepara para ele...” E ainda afirma: “Afaste-se de gente velha, que acha que só ela está certa, e aproxime-se de gente idosa, que se renova...”. A igreja está preparada para o futuro? Será que a igreja é “gente velha”?

Na verdade, a Igreja precisa apresentar mudança, principalmente quantos aos métodos em uma época em constante evolução. Atualmente, fica claro que a novidade não é a mudança, mas a velocidade dela. Trazer à luz idéias que nos confrontam acerca da relação que pode ser estabelecida entre evangelho e cultura, igreja e mundo, é algo que urge em ser humano fragmentado na busca pelo sagrado.

A pergunta para a Igreja é: Como ser relevante?

Alguém já disse que ter relevância espiritual não é “ter a concordância de todos a sua volta, mas fazer com que suas expressões de fé sejam como um maná fresco e doador de vida para hoje”.

A voz da mensagem de Cristo está em descrédito no mundo ocidental, o qual ela ajudou a construir. Temos um ser humano que não vê confiança na voz que por dois mil anos usou e abusou da mensagem de ressurreição, que, aliás, é a marca da Criação. Claro! Identificamo-nos com aqueles que têm a capacidade de se reinventar a todo instante, de ressurgir, de renovar, de inovar e ser vivo... Sem a alienação cultural. A descoberta de um Deus que fala hoje, só é possível pela inserção das pessoas que confiam e acreditam nessa possibilidade em sua própria cultura. Nossa vocação nos chama para viver essa tensão de viver a fé em nosso tempo.

Se resgatarmos a nossa capacidade de contemplação e a nossa competência em educar as realidades desfavorecidas para a vida plena, nos tornaremos participantes do Reino de Deus, o que se manifesta através dos relacionamos que construímos, e não nas práticas religiosas e manutenção das tradições.

Infelizmente, de agentes de transformação, muitos passam a ser freqüentadores de clubes religiosos. Servem-se da instituição, mas não servem para o Reino de Deus. Já a instituição necessitam dos seus membros. Logo, ambos se alimentam um ao outro...

O Reino de Deus só se constrói a partir de valores e ações que são compartilhados, na medida em que as pessoas são encorajadas a conviverem e a cooperarem entre si, dentro e fora dos portões institucionais. Isso não é religiosidade, mas deve estar presente na religião e na vida.

Hoje, o grande desafio da instituição Igreja é esse: Ser mais Reino que “clube”... Ter a competência de, mesmo diante do descrédito, derrubar os obstáculos que têm apartado as pessoas de um Deus que as ama. Essas pessoas sempre estarão sensíveis à Espiritualidade de Cristo, mas atualmente se mostram indiferentes à religião sistematizada...

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Páscoa – a maior motivação da história


Estava claro que Jesus tinha um plano estabelecido, e esse visava pôr em ordem o nosso mundo interior, nos ensinar como encarar o conflito da condição humana de maneira inovadora. Ele estava determinado para comunicá-lo e executá-lo e para isso se preparou. Ele tinha ciência das dificuldades e do “peso da cruz”, assim buscou preparo adequado, com tempo, com a atenção necessária, tanto que, quando começa sua vida pública aos trinta anos passa a ser chamado de Rabbi, como era costume judeu da época, que significa o “Mestre” vindo de Deus (Jo 3:2).

Alguns historiadores afirmam que Jesus falava pelo menos cinco línguas: galilaico, hebraico, grego, latim e aramaico. Cultural e vernaculamente comunicava bem o propósito do seu projeto, alcançando a todos. Afinal, em tudo se deve a preparação adequada, pois os ganhos futuros dependem do que está além do potencial. Não se pode ficar apenas no potencial.

Estabeleceu métodos de ensino privado e coletivo, e através de seu próprio testemunho capacitou-os com freqüência e disciplina na transmissão de informações, desenvolvimento de habilidades, desenvolvimento de atitudes e desenvolvimento de conceitos. Ensinos complexos que se tornavam histórias de fácil entendimento, e como um grande incentivador da reflexão e da elevação do nível de consciência dos seus seguidores, Jesus não era apenas um “motivador”, era um conscientizador.

A Páscoa é a mensagem da renovação. De que tudo pode ser renovado a qualquer estágio da existência humana. E o plano Pascal de Cristo trás a maior de todas as motivações: A Vida vivida com Vida. O jovem Galileu sempre deixou claro que estaria com seus discípulos por um breve tempo, mesmo assim, manteve seu projeto sempre motivado. Na última ceia com seus discípulos, disse: “Este cálice é a Nova Aliança no meu sangue; fazei isto todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Pois todas as vezes que comerdes este pão, e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.” (I Co11:25-26).

A continuidade da motivação sempre será limitadora de projetos, seja na vida, seja na empresa e nas relações. A maior motivação de continuidade de Cristo foi a celebração de sua ausência até que ele volte. Ao celebrar a "Nova Páscoa” - a Páscoa de Cristo entre seus colaboradores, Ele estabelece uma aliança pessoal. Nela continuariam celebrando a partilha de Seus propósitos até que Ele voltasse para celebrar novamente com eles. Enquanto isso lhes comissionou a uma missão transformadora.

Dois mil anos se passaram e os cristãos continuam motivados pela celebração da Ceia do Cristo, que representa um emblema de seu Projeto e Presença. Que motivação fantástica!

Aquele Galileu de Nazaré tinha uma Meta, um Tempo estabelecido para alcançá-la, Recursos definidos e nada o impediu de cumprir o que veio Realizar. Nada o fez mudar de Direção, pois sabia exatamente o que precisava ser feito para alcançar seu Objetivo.

Quer fazer um Planejamento Estratégico em sua vida, ou em sua empresa?

Conheça a Espiritualidade deste a quem chamam de “Nazareno”, e atende pelo nome de Emanuel. Eu o chamo de Senhor Jesus, o Cristo.

Feliz Páscoa!