segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Ombra Mai fù - Xerses (G.F. Haendel)





Ao contrário do que se espera de um tirano, o Rei Xerxes, logo na primeira ária da ópera, louva a beleza da sombra de uma árvore.
Ombra mai fù
Di vegetabile,
Cara ed amabile Soave più.

Nunca houve sombra
de uma árvore,
tão querida, amável e suave.